Educar para a globalização

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Educar para a globalização

Neste dia 10 de junho de 2016, mais um artigo do Diretor da ABA Global Education, Eduardo Carvalho, foi publicado no Jornal do Commercio, desta vez com o tema de educação voltada para a globalização. Confira o artigo na integra abaixo.


A globalização cria desafios e oportunidades. Quatro forças principais alavancam o processo de globalização: tecnologias, internet, comércio internacional e viagens. Tecnologia, por exemplo, influencia sobre o quê, como e de que forma trabalhadores aprendem. A anulação da distância resultou na disseminação de tecnologia pelo mundo e possibilita que trabalhos sejam executados por equipes globais e em qual quer lugar do globo.


Projetos de arquitetura, consultoria, campanhas publicitárias, diagnósticos médicos, produção de filmes, relatórios financeiros e call centers são algumas das atividades que podem ser realizadas a partir de outros países. Essa realidade requer que, cada vez mais, os alunos sejam preparados para um mundo onde as oportunidades de sucesso requerem habilidades para a competição e colaboração em escala global. O domínio de idiomas estrangeiros, essencialmente o inglês, é um requisito para tal atuação global. Com o isolamento linguístico, o Brasil fica prejudicado nessa competitividade, que exige websites, blogs e interações presenciais e virtuais em inglês ou na lingua nativa do país.


Os países competitivos globalmente têm sua economia baseada no conhecimento. Para ter renda per capita de país desenvolvido, é necessário desenvolver a indústria inovadora. Ou seja, criar e produzir produtos e serviços de alto valor, exclusivos, e que sejam exportados para o mundo.


Assim, o país precisa ter pessoas capazes de inventar tecnologia, sistemas, produtos e serviços diferenciados. Isso requer fundamentalmente educação de classe mundial. Os educadores devem aprender temas globais para ensinar adequadamente seus alunos. A competição é com Cingapura, Coreia do Sul, Alemanha, EUA, etc.


O cenário aumenta a demanda por habilidades de alto nível e reduz a procura por aptidão de baixo nível, intensificando a competição por empregos de qualidade. Alguns países estão acelerados nesse processo. As universidades americanas concedem graus de PhD a mais da metade de cidadãos de outros países, mas o número de brasileiros é baixo se comparado aos dos chineses e coreanos, por exemplo.


Confira o clipping da matéria no Jornal do Commercio:

Educar para a globalização

ABA Admin

ABA Global Education é um centro educacional com serviços de ensino de idiomas, escola infantil e fundamental, orientação para estudos e carreira no exterior, escola de habilidades do século 21, laboratórios maker e de fabricação digital, treinamento para educadores e gestores, e centro de eventos para negócios.

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